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Comunidade Santa Paulina

 

 

SANTA PAULINA

(Jardim Alto da Cidade Universitária)

                       

  • Horário de Celebração:  2ºs e 4ºs Domingos, às 9h30.

 

  • Endereço:  Rua Oswaldo Inácio Rodrigues, 66

                    Jardim Alto da Cidade Universitária – Campinas, SP   

                    CEP: 13083-703

 

  • Coordenação: Regina F: 3287-9547 e Renato 3287-7295

 

 

HISTÓRICO DA COMUNIDADE

 

 

A pedido dos moradores do Bairro Jardim Alto da Cidade Universitária, no dia 20 de dezembro de 2001, o atual pároco, Padre José Luís Araújo, realizou uma missa campal  no bairro com a presença de dezenas de fiéis. Na ocasião, Padre José Luís sugeriu que fosse criada uma nova comunidade naquele local. Os moradores, que até então participavam das celebrações na Comunidade Santa Teresinha, no Bairro Guará, aderiram à idéia e começaram os trabalhos de preparação.

 

A primeira missa celebrada na Comunidade foi realizada no dia 24 de fevereiro de 2002, no jardim da residência do casal Roberto e Lúcia. Na época, ainda não havia sido definida a padroeira da comunidade. Os fiéis se reuniam na residência dos próprios moradores. Mais tarde, definiu-se a residência do casal Ademir e Ivone, como sede da nova “capelinha”, carinhosamente chamado o novo espaço para as celebrações.

 

Celebração na Comunidade Santa Paulina. Novembro de 2003.

   

No dia 19 de maio de 2002, foi realizada a missa de Pentecostes, na residência do casal Valdir e Maria do Rosário. Ao término da celebração, comemorando o dia da canonização da Madre Paulina no Vaticano, pelo Papa João Paulo II, foi escolhida a padroeira da comunidade: Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus. A partir da nomeação da padroeira, foi dado início à formação das pastorais do canto e da liturgia.

 

 

No início das atividades, a comunidade contou com o importante apoio da Comunidade Santa Teresinha, que colocou à disposição suas equipes de liturgia, de canto e os Ministros da Palavra que presidiam as celebrações, bem como todo material para os mesmos.

 

 

Hoje a comunidade já conta com um grupo de jovens, pastoral do dízimo, da liturgia, do canto, ministros da palavra e grupos de terço. Bingos e bazares proporcionam a renda necessária para a manutenção da “Capelinha”.

 

 

No dia 21 de setembro de 2003, a comunidade realizou a sua primeira quermesse. O sucesso dessas atividades é o resultado mais concreto da doação e da dedicação dos colaboradores e fiéis. No dia 9 de julho é comemorado o Dia de Santa Paulina.

 

 

HISTÓRIA DE SANTA PAULINA

 

 

Amábile Lúcia Visintainer nasceu em Vigolo Vattaro (Trento, Itália), em 16 de dezembro de 1865. Devido à grande crise econômica do Sul-Tirol, em 25 de setembro de 1875, emigrou com sua família e com muitos outros tiroleses, hoje trentinos, para o Brasil. No Estado de Santa Catarina, no atual município de Nova Trento, deram início à localidade de Vigolo, onde aos 14-15 anos, Amábile e sua amiga Virgínia Rosa Nicolodi, começaram a cuidar dos doentes, do catecismo e da limpeza da capela São Jorge.

 

Em 12 de julho de 1890, junto com a amiga Virgínia, Amábile acolheu e cuidou de Ângela Lúcia Viviani, gravemente doente de câncer, dando início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, aprovada pelo Bispo Dom José de Camargo Barros, em 25 de agosto de 1895.

 

“Nunca, jamais desanimeis embora venham ventos contrários.”

Santa Paulina

 

   

 

Na profissão religiosa, Amábile assumiu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Guiou com simplicidade e sabedoria a Congregação, como Fundadora e Superiora-Geral, fundando escolas, hospitais, educandários e lares geriátricos. Em 1903, deixou Nova Trento para cuidar dos velhos ex-escravos e de seus descendentes órfãos em São Paulo, SP. Demonstrou obediência e humildade heróicas, em 1909, quando foi destituída do cargo de Superiora-Geral e enviada a Bragança Paulista para trabalhar com os doentes e idosos, sem poder nunca mais ocupar cargo algum na Congregação. Viveu, portanto, 33 anos como simples religiosa, até sua morte, em 9 de julho de 1942.

 

Servir foi o desafio que Santa Paulina acolheu e se repete ainda hoje. As Irmãzinhas buscam servir com simplicidade, humildade e vida interior, sendo expressão de serviço e testemunho do Evangelho.

 

Entre as muitas graças recebidas por intercessão de Madre Paulina, uma das mais importantes para o processo de beatificação foi a cura de Eluiza Rosa de Souza, uma mulher que tinha um sério problema de hemorragia uterina. Outro caso importante para a causa da santificação foi a cura da menina Bruna, curada de um tumor "do tamanho de uma laranja", em 1992, segundo consta do processo, quando era ainda recém-nascida.

 

A própria Irmã Célia Cadorin, que conduziu todo o processo junto ao Vaticano, se considera uma abençoada por Madre Paulina. Célia conheceu a Madre quando entrou para o convento de Nova Trento, aos 13 anos. Como conseqüência de uma queda, machucou seriamente um dos braços, curado em menos de 24 horas graças ao contato com um prego retirado do caixão onde repousava a beata Paulina.

 

 

 

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